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Out 09

Obras do estadio para o Can2010

o Can 2010, campeonato africano de futebol, que vai ser realizado em Angola a partir do dia 10 até 31 de Janeiro do próximo ano, é orgulho para todos os angolano, por isso quando vemos alguma referencia a ele é motivo para chamar a nossa atenção.

Li em alguns jornais que a equipa Williams de formula 1, estaria a fazer propaganda do can2010, passei então a prestar mais atenção nos carros deles apesar deste ano a Williams não estar em evidencia, mas falta apenas uma corrida e não consegui ver nada se referindo ao can tanto nos ou nos macacão dos pilotos desta equipa. nesse caso cheguei a conclusão que foi dinheiro mal utilizado porque não se cumpriu o objectivo que era expor o can 2010 através da Williams F1

Carro da Williams nos treinos do  Brasil

publicado por beco1001 às 03:21
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sinto-me: preparado

09
Out 09

 Pode parecer óbvio para quem é da área, mas quem não tem intimidade com informática pode se confundir hoje na hora de comprar um computador portátil. São denominações como netbook, notebook, smartbook e ainda outro termo: o nettop. Para acabar com a confusão, vamos explicar as sutis diferenças entre esses equipamentos.

Notebook - O termo mais conhecido. São os computadores portáteis que estamos acostumados a ver desde 1995, quando ganharam esse nome. Tem telas entre 11,3 e 17 polegadas, com pesos que variam de 1,8 a 2,5 quilos. Há alguns modelos para games que chegam a pesar quase quatro quilos. Os processadores podem ter de um até quatro núcleos e muitos modelos possuem configuração de fazer inveja a desktops (computadores de mesa), como o Dell M15x, por exemplo.

Netbook - São portáteis com configuração modesta. O processador roda tarefas do dia a dia (Pacote Office, acessa web via rede sem fio, cabeada e alguns modelos com chip 3G). A memória máxima é de 2 GB. Os discos chegam a 250 GB em alguns casos, mas o mais comum é 160 GB. Não há unidade gravadora de DVD e suas telas vão de sete a 10 polegadas (já existem modelos com 11 polegadas, mas não no Brasil). Seu peso não ultrapassa 1,4 quilo e, por consumirem menos energia, as baterias de alguns modelos chegam a durar até seis horas de trabalho ininterrupto.

O sistema operacional geralmente é o Windows XP. Por serem menores que um notebook, suas teclas geralmente são pequenas e menos espaçadas, o que torna desconfortável trabalhos de longas digitações. Portanto, um netbook é direcionado para mobilidade. Se você quer um portátil para executar tarefas pesadas, com certeza precisa de um notebook e não um netbook.

Smartbook - Utilizam processadores Arm ou Tegra, que consomem pouquíssima energia. Rodam Windows Mobile, uma versão enxuta do sistema da Microsoft. Têm telas de - no máximo - 8,9 polegadas e pesam cerca de 800 gramas. São munidos de rede sem fio e também modem 3G e vão servir mais para acesso a internet e e-mails, oferecendo maior mobilidade que um netbook. Não vão rodar tarefas pesadas, ainda mais pela memória, que não ultrapassa 1 GB. A unidade usada como disco é uma memória flash, com tamanhos que variam de 4 GB à 16 GB. Alguns modelos têm GPS. Ainda não chegaram ao Brasil, mas rumores indicam que os primeiros modelos chegarão ainda no final de 2009, como o smartbook da nVidia, e irão custar por volta de 800 reais. Destaque para a duração da bateria, que chega a 10 horas executando vídeo ininterruptamente.

Nettop - Utiliza uma configuração semelhante ao netbook: processador Atom, memória de 2 GB e disco que vão de 160 GB até 320 GB. A principal diferença é que sua arquitetura não utiliza circuitos delicados e minúsculos como um netbook. Poderiam ser chamados de micro-desktops, pois seu gabinete é uma caixa quadrada com lado de 20 centímetros. Como um desktop, é necessário ligar teclado, mouse e monitor. Também ainda não chegaram ao Brasil e os rumores é que desembarquem por aqui no segundo semestre de 2010. O preço gira em torno de 230 dólares.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br

publicado por beco1001 às 02:53
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sinto-me: preucupado

08
Out 09

 


 

 

Depois de se aliar a outras empresas e mover vários processos no Japão, a Nintendo agora está pedindo a ajuda dos próprios jogadores para combater a venda de cartões do tipo "R4" para oNintendo DS.

Em seu site oficial, a empresa disponibilizou um formulário para que os visitantes possam dizer onde e quando encontraram o aparelho sendo vendido - seja em uma loja física ou virtual - e também sites nos quais os jogos estejam sendo disponibilizados para download. Tudo com garantia de anonimato.

Segundo declaração no próprio site, a Nintendo diz estar tomando essa atitude para garantir um mercado mais saudável e no qual as pessoas possam jogar com tranquilidade. Desde o começo de 2009, a empresa vem trabalhando com outras parceiras locais para impedir a venda desses cartões. Várias lojas deixaram de vendê-los, mas ainda é grande a disponibilidade.

Supostamente originários da China, o R4 e seus variantes são cartuchos feitos no mesmo formato de um jogo de DS, mas possuem uma entrada para cartão de memória Micro SD. Por ele é possível aplicativos variados (como tocadores de vídeo e mp3), jogos caseiros e também games piratas. Esses aparelhos são comercializados também no Brasil.

Essa é a primeira vez em sua "campanha" contra a pirataria que a Nintendo pede a ajuda dos próprios usuários.

Fonte: arenaturbo.ig.com.br

Nota: Se os preços não fossem tão alto talvez diminuiria a pirataria, isto esta bem claro que a receita da pirataria é espalhar um produto para o maior numero de pessoas possível, e não é só quando se fala de tecnologia. Outro dia assiste a uma reportagem sobre uniformes de futebol, na qual dizia onde se vende uma camiseta original são 30 ou mais piratas, é obvio porque uma pirata custa 90% mais barato que o original.

mas também aqui aplaudir a pirataria muito pelo contrario, se os produtos tivessem preço mais convidativos não pensaria duas vezes antes de comprar um original que sei que terei assistência técnica quando precisar e saber que este produto foi feito de acordo com os padrões exigidos, o que não é possível com os "maiuiados"

 

 

 

publicado por beco1001 às 06:05
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01
Out 09

Neste bolg tenho postado varias noticias e curiosidades a maioria sobre  tecnologias, por isso hoje quero falar um pouco sobre o "ninho" de varias das grandes industrias de TI.

 

O Vale do Silício, como é conhecido, foi criado na década de 50 com o intuito de gerar inovações científicas e tecnológicas. Abrange 16 cidades ao sul da baia de São Francisco e nele estão instaladas empresas como Nvidia, Intel, Apple, Google, AMD, Adobe, HP, Yahoo entre tantos outros expoentes do segmento de tecnologia.

Intitulada capital do Vale do Silício, San José é a principal cidade da região, terceira maior cidade da Califórnia e décima dos EUA em população. Fundada em 1777 por espanhóis, a cidade originalmente recebeu o nome de El Pueblo de San José de Guadalupe e por mais de 150 anos viveu basicamente da agricultura, passando a receber inúmeros veteranos da segunda guerra mundial e posteriormente empresas do segmento de tecnologia, que hoje totalizam mais de 6.6mil empresas, empregando mais de 254.000 pessoas.

A cidade de San José possui uma grande diversidade étnica, fruto de sua colonização e do enorme número de empresas de TI na região, com isso é quase tão comum encontrar asiáticos e latinos nas ruas quanto americanos. A propósito, nas ruas é forma de expressão, pois são poucas as pessoas que andam a pé pelas ruas, já que o município possui uma área muito extensa, rodovias largas e bem sinalizadas, possui ótima renda per capita e a população em geral possui automóvel, logo, é mais fácil encontrar as pessoas em locais de grande aglomeração, como em shoppings e escolas, do que nas ruas.

A cidade de San José respira cultura. Isso fica visível no número de museus, bibliotecas e universidades encontradas na região. A educação em todo o Vale do Silício é considerada modelo. Algumas das mais renomadas Universidades dos Estados Unidos estão situadas na região, incluindo as Universidades da Califórnia, de San José, Berkeley, Universidade de São Francisco e a mais famosa de todas, Stanford, que anualmente forma milhares de engenheiros e cientistas que abastecem o próprio Vale do Silício.

Alguns dos grandes nomes da indústria de IT se formaram em Stanford, entre eles estão Steve Ballmer ( CEO da Microsoft),  Jeff Bewkes (CEO da Time Warner), Sergey Brin e Lawrence Page (fundadores do Google), William Hewlett e David Packard (fundadores da HP - falecidos), Peter Thiel (co-fundador do PayPal), Jerry Yang e David Filo (fundadores do Yahoo!) e outros destaques em seus segmentos, incluindo presidentes dos Estados Unidos e de outros países.

  

  

Acima algumas fotos de pontos de interesse turístico e histórico em San José

 

Fontes: Wikipedia, http://www.adrenaline.com.br/tecnologia/noticias/2953/por-dentro-do-silicon-valley.html

 

 

 

 

 

publicado por beco1001 às 15:41
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sinto-me: relaxado

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